sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Accor pretende inaugurar dez novos Ibis no Brasil em 2011

17/12/2010 - Jornal de Turismo

O grupo Accor encara com bons olhos a expansão da sua marca econômica (Ibis) na região sul-americana. Em 2010, abriram oito Ibis em novos países da América do Sul: Colômbia (Bogotá e Santiago), Chile (Antofagasta) e Paraguai (Assunção). Fazendo uma retrospectiva da presença no Brasil, onde a rede hoteleira abriu este ano o 50º hotel, a Accor recorda que o primeiro Ibis inaugurado no Brasil foi em 1990 – o Ibis Fortaleza, no Ceará -, e que desde então, “a marca cresceu e implantou-se em outras 34 localidades do país”.

“O objetivo da rede para a América Latina é estar presente em todas as capitais e em cidades com forte desenvolvimento econômico. Seguindo este objetivo, a marca ambiciona inaugurar em 2011 dez novos Ibis no Brasil (em cidades como Curitiba, Santos, São Luis, Belo Horizonte e Recife), uma em Concepción, no Chile, e uma primeira unidade em Lima, no Peru. Em 2015, 57 novos Ibis abrirão portas em quatro países da América Latina: Brasil (51), Chile (4), Colômbia (1), e Perú (1)”, avança, em comunicado.

“A Ibis tem potencial necessário para ser a maior cadeia hoteleira da América Latina e o nosso plano de desenvolvimento está centrado nesse objetivo. A situação econômica na América Latina é ideal para expansão, especialmente no Brasil, com uma classe média emergente com alto poder aquisitivo”, explica Roland Bonadona, CEO da Accor para a América Latina.

Publituris

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Lula "inaugura" hoje plano de alcoolduto de R$ 5,7 bi

23/11/2010 - Folha de S.Paulo

A Petrobras anunciou ontem investimentos de R$ 5,7 bilhões na construção do alcoolduto que passará por Ribeirão Preto. O duto ligará Jataí (GO) ao porto de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, e passará também por Uberaba (MG), Paulínia e São José dos Campos.

Os dois consórcios concorrentes que tinham anunciado a construção de alcoodutos se uniram para formar uma nova empresa de sociedade anônima. Participam, além da Petrobras, a Camargo Côrrea, Coopersucar S.A., Cosan S.A., Odebrecht e Uniduto Logística S.A.

O anúncio foi feito ontem após a Petrobras aprovar o termo de compromisso de associação com as empresas. A primeira parte a ser executada será a ligação entre Ribeirão e Paulínia, no valor de R$ 800 milhões.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará hoje em Ribeirão para a inauguração simbólica da obra. Ele vai soldar a primeira parte do alcoolduto, que ficará no terminal de carga da Petrobras no Anel Viário norte.

A criação do alcoolduto vai impactar, principalmente, na diminuição dos custos do frete e dos caminhões em rodovias interestaduais. O transporte, segundo o presidente da empresa formada pela Petrobras, Alberto Guimarães, ficará restrito apenas ao trajeto entre as usinas e os terminais de carga.

Guimarães, no entanto, não deu garantias de que o preço do álcool sofrerá redução com a diminuição dos custos de transporte. A única certeza é de que o álcool produzido na região poderá ser comercializado aqui, sem precisar ir para Paulínia e depois retornar.

Segundo Guimarães, o projeto a ser executado é praticamente o mesmo desenhado pela Petrobras anteriormente, porém, com as inclusões da Uniduto e das empresas privadas.

A previsão é que o duto entre Ribeirão e Paulínia esteja concluído no primeiro trimestre de 2013. O alcoolduto terá capacidade de transportar 12 milhões de m3de álcool por ano. Ao todo, o duto terá 850 km e capacidade para 21 milhões de m3por ano.

O recurso sairá de financiamentos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e representa 17,22% do valor do maior projeto do governo Lula, o TAV (Trem de Alta Velocidade), que ligará Campinas a São Paulo e ao Rio.

O álcool depositado no duto seguirá por gravidade até os destinos. A construção do sistema poderá gerar 10 mil empregos.
 

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Marriott pretende atrair R$ 2 bi para abrir 50 hotéis em 10 anos

08/10/2010 - Valor Econômico - Alberto Komatsu

Foco é padrão econômico, mas rede americana pode lançar marcas de luxo como Bulgari

Uma das três maiores redes de hotéis do mundo, a americana Marriott, planeja alavancar com investidores nacionais e estrangeiros R$ 2 bilhões para aplicar no Brasil, nos próximos 10 anos. Os recursos estão programados para a inauguração de ao menos 50 hotéis nesse mesmo intervalo de tempo.

A Marriott tem apenas quatro hotéis no Brasil, onde está há 13 anos. São três empreendimentos em São Paulo e um no Rio. O seu plano estratégico, portanto, mostra que a rede americana quer acelerar sua expansão por aqui. Para isso, poderá trazer seis novas bandeiras, de sua carteira total de 18 marcas. Como a maioria das grandes redes hoteleiras, a companhia se concentra na gestão dos empreendimentos, construídos por fundos de investimento e incorporadoras, entre outros parceiros.

"A Marriott é uma empresa discreta. Queremos crescer no momento e na hora certa, sem fazer muito alarde", afirma o vice-presidente de desenvolvimento da rede americana para o Brasil, Guilherme Cesari.

O executivo foi contratado há seis meses para elaborar e executar o plano de expansão da Marriott no Brasil. Isso mostra, segundo ele, que a rede trouxe para o país uma estratégia em curso na China e na Índia. São países onde o grupo quer crescer de forma acelerada, uma alternativa diante da desaceleração do mercado americano.

Um detalhe curioso do planejamento estratégico da Marriott no Brasil aconteceu há três meses. Foi quando Cesari e dois executivos da Marriott, vindos dos Estados Unidos, se hospedaram em hotéis econômicos da concorrência em São Paulo, no Rio e em Salvador. O objetivo era o de conhecer como redes rivais tratam hóspedes que preferem diárias mais em conta.

"Foi uma pesquisa específica para o desenvolvimento da bandeira Fairfield Inn no Brasil", diz Cesari. De acordo com o executivo, será essa marca de hotéis econômicos, a Fairfield Inn, que vai concentrar os esforços da Marriott no país. O executivo enxerga potencial para a Fairfield Inn em 25 estados.

Outra bandeira administrada pela Marriott que poderá ser lançada por aqui é a Bulgari Hotels, voltada para o segmento de luxo. A tradicional e luxuosa marca de relógios só tem dois hotéis em todo mundo, um em Bali, na Indonésia, e outro em Milão, na Itália.

A Marriott também poderá lançar no Brasil outra bandeira exclusiva, a Edition. Essa é uma parceria da rede americana com a empresa de desenvolvimento e gestão de hotéis de Ian Schrager. Ainda não há nenhum hotel com essa marca no mundo, mas sete estão em desenvolvimento, afirma Cesari.

Ian Schrager ganhou notoriedade mundial como um dos fundadores do Studio 54, famoso clube noturno de Nova York nos anos 70. O local era frequentado por celebridades como Andy Warhol, Mick Jagger e Brooke Shields.

A rede americana também considera implementar no Brasil uma nova bandeira, a Autograph Collection. Cesari diz que a estratégia dessa marca é se associar a um hotel independente, que manteria seu nome original, mas incluiria a assinatura Autograph Collection. A vantagem para o hotel com esse tipo de acordo, conta o executivo, é contar com um sistema global de reservas.

Há ainda a possibilidade de a Marriott estrear a bandeira de luxo Ritz-Carlton no Brasil. Cesari diz que as cidades mais prováveis para esse tipo de empreendimento seriam São Paulo e Rio de Janeiro. A rede também considera por aqui o desenvolvimento da marca de quatro estrelas Courtyard.

A expansão no Brasil inclui a possibilidade de usar bandeiras já conhecidas, como a JW Marriott, a Renaissance e a Marriott.

Bolsa de São Paulo já é a segunda maior do mundo em valor de mercado

08/10/2010 - Jornal do Commercio

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) tornou-se a segunda maior bolsa do mundo em valor de mercado. Com base nos preços das ações atingidos no pregão de quinta-feira (23), a bolsa passou a valer R$ 30,4 bilhões, superando a Bolsa de Chicago, nos Estados Unidos (EUA).

Segundo o presidente da Bovespa, Edemir Pinto, só a Bolsa de Hong Kong, na China, vale mais que a Bolsa de São Paulo. Ele disse ainda que a bolsa paulistana vale 25% a mais que a soma das bolsas de Nova York, Nasdaq e de Londres.

No discurso que fez durante o lançamento da oferta pública de ações da Petrobras, Pinto relacionou a valorização da bolsa ao crescimento do mercado de capitais no país. De 2003 a 2010, o valor anual das transações na bolsa passou de R$ 200 bilhões para R$ 2 trilhões, o sexto maior do mundo.

Ele disse, contudo, que ainda há espaço para avanços. Afirmou que, até 2014, o número de pessoas físicas que investem em ações deve passar de 600 mil para 5 milhões. Mais 200 empresas devem abrir capital. "Vamos observar outras aberturas de capitais, principalmente no setor de petróleo e gás". Edemir Pinto disse que esse processo pode ser acelerado ainda mais com novas medidas do governo. "Essa expansão pode ser acelerada com políticas públicas. Por exemplo, se reduzirmos os custos regulatórios e de tributos para empresas que vierem ao mercado de capitais para incentivar o investidor."

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Um novo conceito de polo exportador



04/10/2010 - Webtranspo - João Francisco Salomão

Artigo aponta as vantagens da ZPE ao Brasil
A Zona de Processamento de Exportações (ZPE) do Acre, instituída por recente decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, será uma das primeiras a entrar em operação – se depender do entusiasmo dos setores privado e público -, estabelecendo no Brasil um dos modelos mais utilizados no mundo para o fomento do comércio exterior.
A previsão é que, em dezembro próximo, as empresas previamente cadastradas já possam iniciar suas atividades, pois estará concluída toda a infraestrutura, incluindo o posto alfandegário.
A ZPE acreana antecipa-se, assim, às outras 21 anteriormente criadas, mas que ainda se encontram em processo de implantação. Esses polos alinham o País às nações que já utilizam, com sucesso, mecanismos semelhantes para atrair investimentos estrangeiros voltados às exportações, colocar as empresas nacionais em igualdade de condições com suas concorrentes estrangeiras, reduzir desequilíbrios regionais e aumentar o valor agregado das vendas externas.
A agilidade na instalação da ZPE deve-se à mobilização e às ações conjuntas do poder público local e da iniciativa privada, em especial o setor manufatureiro, por intermédio da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac). Lei estadual, sancionada pelo governador Binho Marques, em seminário na sede da entidade, criou uma empresa de economia mista dedicada especialmente à gestão do novo polo. Como resultado de todo esse empenho, a ZPE entrará em operação rapidamente. Estima-se que, em menos de dois anos, 14 empreendimentos estejam instalados no local, com a criação de seis mil empregos e um fluxo consistente de exportações, em especial para a América do Sul, Ásia e a Costa Oeste dos Estados Unidos.
O acesso a esses mercados será facilitado pela localização estratégica do Acre, que estará ligado aos portos do Sul do Pacífico, no Peru, a partir da inauguração da Rodovia Transoceânica, prevista para dezembro próximo. Teremos, portanto, um custo de transporte e frete bem mais competitivo em relação aos portos de outras regiões de nosso país. Localizada na BR 317, o trecho brasileiro do novo caminho para o Pacífico, a ZPE acreana será importante não apenas para o Estado, mas também os vizinhos e todo o Brasil, constituindo-se no epicentro de um novo corredor de exportações.
Recursos para concretizar esse projeto não faltarão, pois no seminário que realizamos, representantes de instituições financeiras disponibilizaram as linhas de crédito necessárias. O Banco da Amazônia tem R$ 275 milhões para aplicação no Acre. O Banco do Brasil apresentou suas fontes de financiamento para infraestrutura pública de logística e a Caixa Econômica Federal já tem autorização do Banco Central para trabalhar com a troca de moedas nas agências de fronteira, auxiliando o processo de exportação. Anteriormente, o BNDES já havia financiado R$ 5,8 milhões para a construção do Porto Seco, projeto de transportes intermodal integrado à ZPE.
O setor produtivo acreano empenhou-se muito no sentido de contribuir para a instalação da ZPE, pois essa iniciativa amplia as perspectivas de desenvolvimento do Estado. É uma porta para o mundo aberta a toda empresa interessada em conquistar ou ampliar sua ação no comércio internacional. Trata-se, ainda, de oportunidade significativa para os pequenos e médios empreendedores, que terão nas exportações uma nova, segura e rentável alternativa para expandir seus negócios e gerar emprego e renda!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Lula inaugura oito térmicas alimentadas por bagaço de cana



Rio de Janeiro - Portal 2014
postado em 28/09/2010 10:40 h
atualizado em 28/09/2010 10:57 h

O Brasil pôs hoje em operação oito novas usinas termoelétricas alimentadas com bagaço de cana-de-açúcar, que têm capacidade de gerar 543 megawatts de energia.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do ato de inauguração da Usina Termelétrica Barra Bioenergia, localizada em Barra Bonita, município do interior de São Paulo.

As outras sete geradoras, também construídas em São Paulo, foram inauguradas simultaneamente.

"Estamos dando passos extraordinários para construir e mostrar ao mundo opções de produção de energia alternativa que possam livrar o mundo da emissão de gases de efeito estufa que tantos problemas causam à Terra", destacou Lula.

O presidente afirmou que, dos 28.409 megawatts de potência que foram agregados ao parque energético brasileiro em seus oito anos de Governo, quatro mil são de térmicas que utilizam a biomassa como combustível.

"As usinas térmicas de biomassa representam, hoje, o equivalente a 6,6% da matriz energética de todo o país. Atualmente, temos 375 centrais operando com capacidade para gerar 7.265 megawatts", afirmou.

As novas térmicas, cuja construção precisou de um investimento de R$ 853,6 milhões, pertencem a empresas fabricantes de açúcar e de etanol de cana-de-açúcar, segundo o Ministério de Minas e Energia.

Esta térmica terá uma potência de 66 megawatts, mas a Cosam (dona da usina) planeja ampliar a unidade para que possa produzir até 136 megawatts, suficiente, segundo a empresa, para atender a energia demandada pelas residências de uma cidade de 1,2 milhão de habitantes.

A empresa já tem em operação outras seis usinas alimentadas com bagaço de cana-de-açúcar, que produzem 569 megawatts.

Além de elogiar a "energia limpa" gerada com resíduos da cana, Lula destacou em seu discurso que o etanol produzido pelo Brasil provém da cana-de-açúcar e não do milho como nos Estados Unidos.

"Os EUA produzem etanol do milho, o que encarece o cereal e a ração para animais. O etanol americano custa três vezes mais que o nosso", afirmou Lula ao pedir a redução da tarifa que os EUA cobram sobre a importação do etanol brasileiro.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Tietê: mancha de poluição diminui 40 km em 8 anos


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Previsão do governo estadual é de que até 2020 não seja mais despejado esgoto puro no rio. Dia do Tietê será comemorado hoje

22 de setembro de 2010 | 0h 00
Luiz Guilherme Gerbelli - O Estado de S.Paulo
 
A mancha de poluição no Rio Tietê regrediu aproximadamente 40 quilômetros entre 2000 e 2008, período no qual foi realizada a segunda etapa de despoluição. Na primeira etapa, que compreendeu os anos de 1992 e 1998, a redução foi maior, de 120 km.

Ayrton Vignola/AE
Ayrton Vignola/AE
 
Na chegada a São Paulo, no extremo leste, já há ocupações próximo ao rio
 
O projeto de despoluição do Tietê terá quatro fases. A terceira já tem aporte de US$ 600 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). "Nós vamos dar ordem de serviço para parte do dinheiro em novembro", disse a secretária de Energia e Saneamento, Dilma Pena.

A terceira fase do programa de despoluição prevê uma ampliação dos índices de coleta e tratamento de esgoto e também uma melhoria da qualidade nos corpos d"água da Grande São Paulo. Ao todo, 4,5 milhões de pessoas serão beneficiadas. A duração total dessa nova fase do programa é de seis anos.

Hoje, no Dia do Tietê, artistas e ambientalistas farão instalações nas margens do rio para protestar contra a poluição e apontar possíveis usos das regiões próximas do curso d"água.

Área afetada. A extensão do Tietê é de 1,1 mil quilômetros. A secretaria não contabiliza qual é a mancha total de poluição, pois diz ser mais fácil contabilizar as partes que passaram a ficar limpas. A secretária não trabalha com um prazo para que o rio fique totalmente limpo, mas diz que se o despejo de esgoto puro no leito for interrompido até 2020 "será um grande avanço".

A Secretaria de Energia e Saneamento planeja recuperar no mínimo 50 metros de margem do Rio Tietê. "Em algumas áreas, esse espaço para a recuperação pode ser maior. Depende da possibilidade de desocupação", disse Dilma Pena.

Na avaliação do especialista em Recursos Hídricos e professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Antônio Camargo, a poluição do Tietê é resultado de um tratamento de esgoto "incipiente". "O grande problema da poluição do Tietê é que os esgotos não são muito tratados nas Regiões Metropolitana e de Piracicaba. Para a qualidade do rio melhorar, é preciso que essa situação mude", explica.

Segundo Camargo, a partir do momento em que o despejo de esgoto é interrompido, a água corrente tem a capacidade de se recuperar e retornar a um estágio mais limpo. "Todo ambiente de água corrente tem uma capacidade de se purificar", diz.

Se um dia o Rio Tietê for considerado limpo, Camargo prevê uma série de benefícios ecológicos e ambientais para a Grande São Paulo e, em especial, para a capital paulista. "Na região da Marginal do Tietê não vai existir mais aquele cheiro desagradável. O rio também vai poder ser explorado economicamente."

PROGRAMAÇÃO HOJE
Praia
Promovida pela ONG SOS Mata Atlântica, esta é segunda edição da Praia no Tietê que, como o nome diz, vai simular uma praia às margens do rio. Com guarda-sol, cadeiras e esteiras, a ideia é chamar a atenção para a importância das ações de despoluição do Tietê. Das 9h às 13h, perto da Ponte das Bandeiras.
Pescaria
O artista plástico e muralista Eduardo Kobra e artistas de seu estúdio vão realizar a Pescaria no Rio Tietê. Serão usadas varas e redes de pesca, além de quadros com cenas do rio e a pintura de um peixe em três dimensões. O objetivo é relembrar a época em que o Tietê era usado para natação e iatismo. Das 10h às 15h, na altura do km 9,5 da Marginal, entre as Pontes do Limão e Julio de Mesquita Filho, no sentido Castelo.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100922/not_imp613286,0.php

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Pesquisa mostra melhorias na malha rodoviária


20/9/2010
Folha de Pernambuco (PE)

A recente Pesquisa CNT de Rodovias 2010, da Confederação Nacional do Transporte (CNT) (www.cnt.org.br) e do Sest Senat, sobre as condições das rodovias brasileiras, este ano, mostra que houve uma melhoria significativa e é resultado do aumento dos investimentos em infraestrutura. Vale salientar que 15 equipes de pesquisadores avaliaram as condições de conservação do pavimento, da sinalização e da geometria viária de 90.945 km, que incluem toda a rede federal pavimentada e a malha constituída pelas principais rodovias estaduais.

De acordo com a Pesquisa CNT de Rodovias 2010, 14,7% das rodovias avaliadas são classificadas como ótimas, 26,5% como boas, 33,4% são regulares, 17,4% estão ruins e 8%, péssimas. Em 2009, a Pesquisa CNT de Rodovias analisou 89.552 km. O percentual de rodovias ótimas foi de 13,5% e de boas, de 17,5%. As regulares somaram 45%. E os índices de ruins ou péssimas foram de 16,9% e 7,1%, respectivamente.

Comparativamente ao ano de 2009, é possível observar uma melhoria na extensão do pavimento classificado como ótimo ou bom de 8,3 pontos percentuais. Com relação à sinalização, também houve melhoria na extensão dos trechos classificados como ótimos ou bons de 5,7 pontos percentuais.  Vale ainda destacar que a melhoria da situação rodoviária brasileira é reflexo do maior investimento em obras de infraestrutura.

E que tem havido um esforço do Governo do presidente Lula em melhorar a situação das rodovias. Esse aumento da destinação de recursos voltados para o setor de transporte reflete na melhoria observada no levantamento. De 2007 a agosto de 2010, o Governo Lula investiu R$ 27,71 bilhões em infraestrutura de transportes. Já no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, de 1999 a 2002, foram investidos apenas R$ 4,15 bilhões.

Com o estudo, a CNT pretende difundir informações sobre a infraestrutura rodoviária, para que políticas setoriais de transporte, projetos privados, programas governamentais e atividades de ensino e pesquisa resultem em ações que promovam o desenvolvimento do transporte rodoviário de cargas e de passageiros.

Mercado eleva previsão para crescimento do PIB para 7,5%

20/09/2010 - 08h40 - Folha de São Paulo

A projeção para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 7,42% para 7,47%, segundo os economistas do mercado financeiro ouvidos pelo Banco Central. Já para 2011, a estimativa ficou estável em 4,50%.

O boletim Focus divulgado nesta segunda-feira mostra ainda que o mercado elevou a expectativa para a inflação deste ano medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 4,97% para 5,01%. Para 2011, a previsão também ficou mais alta, indo de 4,90% para 4,95%. 

A projeção da taxa de câmbio aponta para o dólar cotado a R$ 1,75 no final deste ano, ante R$ 1,77 anteriormente. A expectativa para 2011 foi de R$ 1,81 para R$ 1,80. 

Já a previsão para a taxa básica de juros, a Selic, permaneceu em 10,75% --patamar atual-- no final deste ano e em 11,75% em 2011. 

domingo, 19 de setembro de 2010

Brasil terá mais celulares do que gente


Dom, 19 Set, 09h08 - Yahoo Notícias
 
Em algum momento daqui até o fim do ano, provavelmente em novembro, o número de acessos de telefonia móvel no País ultrapassará o total da pessoas. O País deve fechar o ano com cerca de 200 milhões de celulares, para uma população de 193,2 milhões.


Isso não quer dizer que todas as pessoas terão telefones. O que acontece é que cada vez mais consumidores têm dois ou mais chips, principalmente pré-pagos, interessados em aproveitar a melhor promoção em vigência. Pelos cálculos de algumas operadoras, cerca de 30% da base tem mais de um chip.

Outro fenômeno que impulsiona o crescimento é proliferação de outras máquinas, que não celulares, equipadas com chips de telefones móveis. São modems de banda larga sem fio, rastreadores de veículos, leitores de cartões de crédito e de débito, medidores de consumo de eletricidade e máquinas de venda automática, entre outros.

Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), havia, em julho, 5,4 milhões de terminais de dados com chips de celular, num total de 164,9 milhões de acessos de telefonia móvel.
"O número de acessos deve continuar crescendo", afirmou Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco, que prevê os 200 milhões de celulares para o fim do ano. "Mas será cada vez mais difícil para as operadoras ganharem receita com o crescimento dos acessos. A receita de voz está caindo", explicou Tude. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Número de Famílias com renda superior a 3 mínimos dispara

Correio do Estado

sexta-feira, 9 de abril de 2010

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