quinta-feira, 30 de junho de 2011

Protótipo do 1º trem magnético brasileiro, Maglev-Cobra é apresentado em feira de ciência no Rio
30/06/2011
Um dos destaques da II Feira Faperj de Ciência, Tecnologia e Inovação, no Centro Cultural Ação da Cidadania, na Saúde, no Rio de Janeiro, é o protótipo do primeiro trem magnético brasileiro, o Maglev-Cobra, que se move por meio de levitação (imãs) a 70 km/h. A informação é do jornal “O Globo”.
Desenvolvido pela Coppe/UFRJ, o Maglev tem uma tecnologia que permite que o veículo faça curvas acentuadas, vença aclives e opere em vias elevadas ou em nível no solo. Segundo Richard Stephan, um dos responsáveis pelo projeto, o trem é movido a energia elétrica, não emite gases nem causa poluição sonora.
“Ele pode ser adaptado à topografia, passar, por exemplo, em canteiros centrais de avenidas e margens de rios”, disse Stephan.
Uma das vantagens do Maglev é o custo de implantação: um terço do necessário para o metrô, ou aproximadamente R$ 33 milhões por quilômetro. Previsto ainda para 2011, o teste em maior escala depende da liberação de verba do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O Maglev será usado, numa primeira etapa, num trecho de 200 metros no campus da UFRJ, na Ilha do Fundão.
Protótipo do 1º trem magnético brasileiro, Maglev-Cobra é apresentado em feira de ciência no Rio
30/06/2011
Um dos destaques da II Feira Faperj de Ciência, Tecnologia e Inovação, no Centro Cultural Ação da Cidadania, na Saúde, no Rio de Janeiro, é o protótipo do primeiro trem magnético brasileiro, o Maglev-Cobra, que se move por meio de levitação (imãs) a 70 km/h. A informação é do jornal “O Globo”.
Desenvolvido pela Coppe/UFRJ, o Maglev tem uma tecnologia que permite que o veículo faça curvas acentuadas, vença aclives e opere em vias elevadas ou em nível no solo. Segundo Richard Stephan, um dos responsáveis pelo projeto, o trem é movido a energia elétrica, não emite gases nem causa poluição sonora.
“Ele pode ser adaptado à topografia, passar, por exemplo, em canteiros centrais de avenidas e margens de rios”, disse Stephan.
Uma das vantagens do Maglev é o custo de implantação: um terço do necessário para o metrô, ou aproximadamente R$ 33 milhões por quilômetro. Previsto ainda para 2011, o teste em maior escala depende da liberação de verba do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O Maglev será usado, numa primeira etapa, num trecho de 200 metros no campus da UFRJ, na Ilha do Fundão.